Gestão de Recursos Humanos


continuação…

Não basta haver um departamento de pessoal que esteja em relação direta com o dirigente maior da organização se este não considerar importante a participação do “gerente de pessoal”, sendo ouvido nas decisões de qualquer espécie sobre o assunto.

No setor público, sabe-se que o diretor de RH poucas decisões toma sozinho, mesmo relacionadas a recursos humanos, ficando claro que não é ele/ela quem decide as condições de trabalho e que não pode trabalhar, administrar e defender condições de trabalho com as quais, necessariamente, não concorda.

Também é sabido que o/a responsável por esse órgão não tem o controle do que ocorre na instituição, principalmente, no que diz respeito às relações superior-subordinado, além do que fica impossível controlar as relações interpessoais.

Grave problema da área de RH, as chamadas POLITICAS DE RECURSOS HUMANOS, quase nunca são produto ou resultado do trabalho da unidade que trata deles. No setor público, essas políticas, frequentemente, não são decididas dentro da instituição pelos seus dirigentes, mas por pessoas alheias à unidade de saúde desconhecedoras das condições de trabalho, dos trabalhadores e nem de suas expectativas e/ou objetivos e necessidades. Nessas políticas, os executores quando são ouvidos, o são enquanto objetos de política e não como seus sujeitos.

Características dos Recursos Humanos em Saúde

° gravidade de erros ou imprecisões

° maior lealdade à corporação profissional que à organização

° quantidade de tarefas de caráter emergencial ou inadiável

° interdependencia das atividades

° atividades altamente especializadas

° pouco controle hierárquico sobre o grupo gerador de trabalho, de receitas e de despesas (corpo clínico)

° papel fundamental do cliente final no processo de trabalho.

continua…

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