A Conduta


Todos sabemos, sejamos profissionais das áreas social e/ou psicológica, principalmente, ou simplesmente cidadãos e cidadãs comuns, que a conduta  deveria ser a maneira correta do nosso comportamento em nossas relações interpessoais e no nosso ambiente.

Os contatos entre amigos ou entre pessoas que se amam devem ser alegres e inofensivos e o objetivo desejado será alcançado quando se mantiver o decoro nessas relações. Há que se perseguir atitudes gentis para se conseguir sucesso com pessoas, muitas vezes, intratáveis.

Entre os seres humanos há, necessariamente, diferenças de nível. Não há igualdade universal. Todavia, as diferenças de nível em nossa sociedade não devem ser arbitrárias e injustas para não suscitar inveja e nem propiciar luta de classes.

É preciso que as diferenças de nível externo correspondam às diferenças de capacidade interna e que o valor interno seja o critério para a hierarquização externa permitindo que a tranquilidade reine entre os seres humanos e que a sociedade encontre a devida ordem.

Que pessoas, mesmo em posições insignificantes mas com força interna, possuidoras de simplicidade possibilitem o progresso de seus semelhantes. Se as pessoas estão insatisfeitas com suas condições modestas tornam-se inquietas e ambiciosas desejando progredir, a qualquer custo, sem intenção de realizar algo de valor, mas sòmente para escaparem da pobreza material e quando atingem sua meta tornam-se arrogantes, prepotentes e apegadas ao luxo. Tal conduta leva ao sentimento de culpa.

Nas relações afetivas não deve haver trocas; não se deve  temer o destino quando permanecemos fiéis a nós mesmos e amamos alguém verdadeiramente. Não devemos ver com uma só vista quando podemos enxergar todo um universo de felicidade com uma visão clara da força do amor.

Nossa força interior, independentemente do que recebemos como herança fenotípica, nos conduz à primazia do nosso objetivo. A cautela é necessária quando nos deparamos com forças que se sobrepõem ao que pensamos ser real mas como Jesus nos ensinou “não há força maior do que o amor”.

Nas relações afetivas o diálogo é o caminho que leva à boa fortuna; através dele se corrigem erros, aparam-se arestas, conquista-se e se é conquistado. Não se pode temer o amor. Só quem não ama…de verdade!

Gestão de Recursos Humanos


c0ntinuação:

AMBIENTE DE TRABALHO

Sabemos que é o ambiente de trabalho que vai determinar o clima organizacional : cooperação, sabotagem, individualismo, trabalho coletivo.

As organizações que valorizam o respeito pela instituição, em que se estimula a solução de problemas de maneira coletiva, poderão ter relações de trabalho mais harmoniosas do que aquelas nas quais são estimuladas a competitividade.

É de conhecimento que existem unidades em que as pessoas consideram quase invasão de privacidade ceder dados para qualquer outro profissionao o que, na área de saúde, porque em planejamento é necessário dispor de todos os dados sobre produção, demandas, vigilância, etc.

“Os trabalhadores da saúde se sentem tão valorizados quando percebem que as organizações os consideram, por meio de salários e outros ganhos. materiais ou simbólicos, e quando sentem que a sociedade os respeitam”.

* trabalho em equipe : a homogeneidade ou heterogeneidade

* o mito do trabalho coletivo em saúde

* o grupo e sua organização

* o grupo como instância de cooperação

* o grupo como instância de rivalidade

* equipe e administração do trabalho

O TRABALHADOR COMO CLIENTE

Entre as necessidades básicas dos indivíduos (aqui ressaltados os trabalhadores), segundo Maslow, está a de pertencer a algum grupo ou lugar, a chamada “necessidade social”.

É preciso que os gerentes façam com que os trabalhadores sintam-se parte de algo, mas que seja meritório, valendo a pena, portanto, dedicar-se se não à organização pelo menos ao seu trabalho.

Necessidades básicas do ser humano ( A pirâmide de Maslow)

* fisiológicas

* segurança

* sociais

* reconhecimento pelos outros

* auto-realização

A pirâmide pressupõe a satisfação do nível inferior para permitir a satisfação do superior.

Se a pirâmide estiver correta, o trabalhador apenas iria sentir essa necessidade de se perceber como parte de um grupo ou de uma organização depois de ver satisfeitas suas necessidades de caráter fisiólogico e aquelas voltadas para a segurança.

Entretanto, apesar de não ser totalmente verdadeira, tendo em vista que o ser humano não obedece a modelos geométricos, já foi possível verificar que SEMPRE HÁ ALGUMA NECESSIDADE QUE ESTÁ MAIS FORTE EM UM DETERMINADO MOMENTO.

continua… 

necessidades