25 de Dezembro


Você é capaz de identificar as imagens, abaixo ? Pesquise. Você vai se surpreender, se não as identificou, ainda.

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Creta, ilha de história e cultura


A maior das ilhas gregas, situada ao sul do mar Egeu, é um dos lugares mais fascinantes da Grécia. É, ainda, a segunda maior ilha do mar Mediterrâneo oriental.

Foi durante muito tempo o berço da cultura minóica tida como a primeira civilizaçã0  avançada da Europa e Cnossos (que só foi descoberta em 1900) era a sua capital.

Era pensamento de muitos estudiosos que o Palácio de Cnossos teria sido o lar do lendário rei Minos e que sua mulher dera à luz o Minotauro – uma criatura meio touro, meio homem -, que vivia de sacrifícios humanos e habitava um labirinto secreto sob o palácio.

Creta tem como maior e mais espetacular atração natural o mais comprido desfiladeiro da Europa, situado na garganta de Samariá.

Devido à sua localização estratégica no mar Mediterrâneo foi invadida por outros povos inclusive os turcos e romanos chegando a fazer parte do Império Romano do Oriente.

Desde maio de 1913 pertence à Grécia e, atualmente, sua capital é a cidade de Iráclio.

A tigela do mendigo


No caminho de seu passeio matinal, um rei encontrou um mendigo. Como o rei estava de bom humor, dirigiu-se a ele :

– Peça-me o que você quiser e eu lhe darei !

O mendigo sorriu.

– Pense duas vezes antes de fazer promessas assim. Quem lhe disse que você pode satisfazer os desejos de um homem ?

Magoado, o rei respondeu :

– Eu sou o soberano deste reino. O que você poderia me pedir que eu não pudesse conseguir ?

– É muito simples. Encha a minha tigela.

Imediatamente, o rei chamou seus servidores e ordenou que enchessem a tigela do mendigo de peças de ouro.

Todavia, para grande espanto de todos, à medida que eles colocavam, as peças desapareciam no fundo do recipiente.

Logo a notícia se espalhou como um rastro de pólvora : o rei não conseguia nem encher a tigela de um pobre coitado !

Então o rei mandou chamar os seus ministros :

– Mesmo que eu tenha de perder toda a minha fortuna, não posso aceitar ser ridicularizado por esse mendigo.

E puseram na tigela tudo o que era possível encontrar de mais precioso : prata, pérolas, safiras, diamantes, esmeraldas… Mas, enquanto a noite chegava, a tigela ainda estava vazia. Uma multidão silenciosa formou-se em volta do mendigo.

Então o rei apagou de seu coração todo o desejo de poder e se ajoelhou diante do desgraçado :

– Você ganhou – disse ele -, mas ao menos me explique de que é feita essa tigela mágica.

– Esta tigela é um crânio humano – respondeu o mendigo. Ela é feita de todos os desejos do ser humano, sempre insatisfeito e insaciável. É por isso que está sempre vazia.

Parábola sufista

Fonte: Fábulas filosóficas, Michel Piquemal e Philippe Lagautrière, Companhia Editora Nacional

Sabedoria de Deus


Nossa solidariedade ao bravo povo japonês!

Conta uma lenda oriental que um senhor feudal, governante de muitas terras, tinha a obrigação de, uma vez por semana, sortear e, através desse método, condenar à morte alguns criminosos.

Todavia, o veredito deveria ser comunicado até às 12:00 horas sob pena de não ter validade a sua proclamação.

Certa vez, em um desses dias estabelecidos, saiu à rua com o intuito de declarar os nomes dos infelizes sorteados naquela manhã.

No percurso de sua casa ao local em que sempre se reunia a multidão para ouví-lo dizer os nomes dos sentenciados, o senhor do reino observou, ao olhar para fora do seu transporte, duas crianças que brincavam com sua bola.

De repente, o menor dos meninos escorregou e caiu ao chão sendo, imediatamente, socorrido pelo mais velho que o levantou e o carregou nos braços proferindo palavras de carinho e apoio à criança menor.

Impressionado com a cena, o mandatário do reino chegou ao local da reunião e dirigiu-se à sala de seus despachos e lá ficou por horas pensando sobre a lição que poderia tirar daquele pequeno exemplo.

Ao tomar conhecimento das horas e perceber que até às 12:00 horas nada acontecera sobre a decisão do senhor das terras a multidão explodiu em alegria e em gritos de júbilo. Naquele dia não haveria mortes.

Uma mulher, dentre as outras, que se encontrava na multidão correu em direção de sua casa e esbaforida ao ver seus dois filhos, falou: “estamos felizes, meus filhos, porque não haverá condenação de nenhum dos homens presos “.

“E agora posso dizer a vocês que o seu pai seria um deles, no dia de hoje.”

“Que bom, mãe; que bom, mamãe”, disseram os meninos.

“E vocês, o que fizeram durante a manhã?  perguntou-lhes a mãe.

O mais velho resolveu falar a verdade e disse: ” fomos brincar com bola e o meu irmão escorregou se machucando e eu tive que trazê-lo para casa nos meus braços”.

“Desculpe, mãe, acho que nem deverìamos ter saido de casa..

O Japão sucumbiu durante a guerra e dela saiu, como a Fênix, para se tornar uma das maiores potências mundiais.

Deus está com vocês, irmãos japoneses, e temos certeza que essa grande dor não será suficiente para acabar com essa maravilhosa nação.