Boas Maneiras e Etiqueta Urbanas


Como ressaltamos em artigo anterior, as regras de comportamento podem mudar com o tempo e cada região do planeta.

Essas regras servem para nos relacionarmos com outras pessoas de maneira harmoniosa, saudável e pacífica, seja no metrô, no trânsito e em todos os locais públicos ou privados onde haja reunião de seres humanos.

No metrô

Foto publicada na edição de n° 427, de 24 de julho de 2006, na revista Época

1. Você quer ouvir música ? Não incomode os demais com o volume alto do seu aparelho;

2. se você vai levar comida gordurosa nesse transporte público saiba que outras pessoas podem sentir enjôo com o cheiro do alimento;

3. controle os movimentos do seu filho senão alguém poderá fazê-lo;

4. sua vontade é tão grande de ver o decote da moça ?;

5. não há como comprar o seu próprio jornal ?;

6. está cansado de uma longa noitada ou por excesso de trabalho ? Espere chegar em sua casa e durma na sua cama.

No trânsito

° lembre-se que a calçada é para os pedestres e não para estacionar veículos;

° se estiver usando skate, bicicleta ou motocicleta não pegue “carona” de caminhão ou veículos de maior porte;

° não pare ou estacione em fila dupla; é infração grave. Pode ocasionar acidentes ou pequenos congestionamentos;

° pessoas não devem atravessar ruas ou avenidas fora das faixas de proteção;

° você, motorista, parou seu carro em cima da faixa ? Procure, com segurança, dar marcha a ré;

° não dirija com um dos braços fora do veículo. Mantenha suas mãos no volante;

° cuidado com o uso do celular enquanto estiver dirigindo seu veículo;

° observe com muita atenção e cuidado as manobras em zigue-zague dos motoqueiros no trânsito;

° não buzine em frente de hospitais, principalmente; use o farol para dar sinal.

Fonte:

. Revista Época

. Na sala com Danuza

. Boas maneiras e Etiqueta, Martha Calderaro


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A Terceira Alternativa


Todos nós já tivemos oportunidades de encontrarmos dificuldades, conflitos e desafios em nossa vida. Lidar com as diferenças humanas, nos dias de hoje, principalmente, seja em nosso lar, no trabalho ou mesmo no lazer tornou-se um dos problemas mais difíceis em nosso existir.

Acreditamos que a autoridade moral e a confiança são dois alicerces dos mais sólidos para se estabelecer relações saudáveis entre as pessoas. No meu entendimento, todavia, a base fundamental de qualquer relação humana é o AMOR.

Amar significa não violentar, não agredir, não se utilizar de preconceitos para submeter outras pessoas a vexames, à humilhação. Amar significa ter compreensão e discernimento. Amar significa doação, respeito, benefício mútuo. Continuar lendo

Benditas sejam as mãos


Benditas sejam as mãos que tecem os fios da vida…

Mãos que oram e pedem;

Mãos que oferecem guarida;

Mãos que aproximam e mãos que agradecem;

Mãos que a dor aliviam e mãos que curam feridas;

Mãos que aplaudem e mãos que acariciam;

Mãos que escrevem sábios dizeres e mãos que pintam poesia;

Mãos que tocam as cordas sensíveis do coração;

Mãos que trabalham e suam;

Mãos que plantam o trigo;

Mãos que fazem o pão…

Benditas sejam, ó mãos, que regem a grande

orquestra da Vida !

Alencar Medeiros

Vulcões – cinturão de fogo


O têrmo vulcão vem do latim Vulcanus, o deus romano do fogo, que era conhecido pelos gregos com o nome de Hefastos e que era representado com uma forja na mão.

O estudo científico mais intenso sobre os vulcões teve seu incremento quando o canadense Tuzo Wilson apresentou sua teoria sobre as placas tectônicas dando início à compreensão da origem e do funcionamento dos vulcões. Essa teoria, já comprovada, demonstra a existência de uma camada mais externa da crosta da Terra formada por blocos de rocha que se encaixam e que flutuam em cima de uma camada interior de material derretido, o magma.

Os vulcões que surgem nos locais onde essas placas se chocam ou se afastam expelem, em suas erupções, esse material incandescente. Continuar lendo

Boas Maneiras e Etiqueta urbanas


Desde muito tempo existem regras de convivência social. Do Egito antigo, quase 5 mil anos atrás, passando pela China de Confúcio que escreveu, também, regras para falar e comer corretamente, até Benjamin Franklin e George Washington, dois dos fundadores dos Estados Unidos, autores de regras de conduta para jovens, nosso comportamento mudou  substancialmente, principalmente, nos tempos atuais, com nossas cidades superlotadas com pessoas dos mais diversos tipos e com as mais diversas necessidades.

A etiqueta morreu? Acreditamos que não. Talvez, haja uma necessidade de relembrá-la, diariamente. As pessoas vivem aceleradas, introspectivas, egoístas, até, e não percebem, muitas vezes, seu comportamento agressivo no lar, no trabalho, no lazer, no seu dia-a-dia, enfim!

Podemos conviver pacìficamente no mundo atual? Claro que sim. Perceba as situações, na figura, de como não devemos nos comportar em ambientes públicos, por exemplo.

Foto publicada na revista Época n° 427, de 24 de julho de 2006, pág. 72/73.

1. sua namorada está com você, esqueceu?

2. se você quer passear com seu cão de estimação, vá ao parque onde ele poderá fazer suas necessidades em local adequado;

3. conduza seu carrinho do bebê pelas calçadas sabendo que tem preferência mas cuidado com as outras pessoas;

4. vá usar seu skate nos locais apropriados e não nas calçadas importunando os demais transeuntes;

5. você tem menos de 8 anos para andar de bicicleta nas calçadas?;

6. nossa! Você é tão discreto assim?;

7. você até que pode fumar em lugares públicos abertos mas os outros precisam respirar sua fumaça?.

É de bom alvitre observar algumas regras quando se está trabalhando para não cometer gafes, tão comuns nos dias de hoje:

° se alguém chora é por algum motivo; seja solidário (a);

° não importune os colegas com o toque alto do celular;

° se o computador de alguém está ligado e com a tela aberta não significa que se deva bisbilhotar o trabalho do colega;

° a sua mesa é de trabalho; não coloque objetos pessoais demais em cima dela;

° paquerar no trabalho pode ser assédio sexual. Cuidado!;

° se você é chefe e precisa repreender alguém, não faça isso na frente dos demais;

°seja notado pela dedicação ao seu trabalho e não pelas roupas extravagantes que possa estar usando, diàriamente.

continua…

Reunião


A reunião de pessoas em grandes comunidades pode ser um fato natural, como no caso de uma família, ou algo artificial, como no caso de um estado. A família reúne-se em torno do pai, como chefe. A continuidade desta reunião é alcançada através de sacrifícios aos antepassados, celebrações em que todo o clã se reúne. Os antepassados, graças à memória coletiva de seus descendentes vivos, se integram tão profundamente na vida espiritual da família que ela então não se deixa dispersar nem dissolver.

Onde é preciso reunir pessoas, forças religiosas tornam-se necessárias. Mas é também preciso que haja um líder humano como centro da reunião. Para poder reunir os outros, esse líder deve primeiro concentrar-se, integrando-se em si mesmo. Só reunindo forças morais se pode unificar o mundo. Esses períodos de unificação deixarão um legado de importantes realizações. No âmbito social a época da Reunião exige grandes empreendimentos.

Quando a água se acumula no lago até ultrapassar o nível da terra, há risco de um rompimento. Deve-se tomar precauções para evitá-lo. Do mesmo modo, quando um grande número de homens se reúne, desentendimentos tendem a surgir; onde acumulam-se muitos bens, roubos tendem a ocorrer. Os infortúnios humanos muitas vezes resultam de acontecimentos inesperados, contra os quais não foram tomadas precauções.

Em épocas de Reunião não se devem escolher caminhos de forma arbitrária. Há forças secretas atuando de modo a reunir aqueles que se correspondem. É preciso deixar-se conduzir por esta atração.

Fonte:

I Ching, o Livro das Mutações, Richard Wilhelm, Editora Pensamento Ltda.

O túmulo do camponês


Um rei queria recompensar um de seus camponeses que salvara sua vida. Ele lhe ofereceu toda a terra que pudesse percorrer do nascer do Sol até o crepúsculo.

Assim, a partir da alvorada, o homem começou a correr, atravessando os campos sem se preocupar nem com o calor, nem com a fome, nem com a sede, acelerando sua corrida à medida que o Sol declinava. E quando o astro do dia lançava seus últimos raios, acelerou ainda mais as suas passadas largas para ganhar mais alguns alqueires.

Em seguida, com o último clarão do globo de fogo desaparecendo no horizonte, ele prostrou-se no chão, estendendo suas mãos crispadas para não perder um torrão da preciosa terra…

Pobre coitado! Dali não se levantou mais. Sua correria o havia matado.

Naquele instante, passou justamente um rico religioso. Ele inclinou-se sobre o cadáver e disse:

– Ó, camponês, por que cobiçar tanto território, quando sete palmos de terra são mais do que necessários para seu repouso eterno?

Conto búlgaro

Racionalizando custos em Saúde Mental


continuação…

Estes dois exemplos em termo de saúde mental pública nos dão uma correta dimensão do que significam os custos para uma moderna Psiquiatria.Esses custos já se antevêem tão altos que não mais se acredita que o cidadão comum possa assumí-los. Medicamento de ponta: já se pede que o Estado assuma sua compra. Do SUS se espera tudo inclusive que monte a rede de CAPS e Lares Abrigados necessários à saúde pública. Quem duvida, segue mantendo seu plano de saúde e confiando que as novas normas obrigarão a atendimentos completos e complexos em Psiquiatria.

Assim, se seu filho apresentar um distúrbio de comportamento e você paga seguro-saúde , ele vai poder ser atendido em consultório, fazer todas as tomografias pedidas e as baterias de testes, obter medicamentos com um bom desconto, seguir em psicoterapia ou mesmo se necessário um bom Hospital-Dia. Em caso de crise maior disporá de bom Hospital Psiquiátrico, confortável, com equipe multidisciplinar atenciosa que logo o recuperará. E o SUS que não seja tão diferente, até melhor quem sabe, pois ofereceria medicamentos de ponta gratuitos! E a que custos tudo isso? Afinal quem paga a conta? Você acredita que aumentar a CPMF resolve?

Ora, precisamos lutar pela melhoria da qualidade de nosso atendimento seja a nível de nosso consultório, seja a nível de instituição pública. Mas basta um pouquinho de vivência como administrador de saúde pública ou privada para saber que você precisa racionalizar os custos. Como na sua casa: você, é claro, quer dar o melhor para sua família mas tem um salário. Só lhe resta dar o melhor dentro do que você ganha. Que o mesmo princípio norteie o administrador ao racionalizar os custos em saúde mental.

Osvaldo Luiz Saide

Editor Revista Informação Psiquiátrica

Gestão de Recursos Humanos


continuação…

Competência técnica ou administrativa

Que se tenha em mente que ninguém é competente em termos absolutos. Um bom médico pode não ser um bom desenhista ou pode ser um excelente otorrinolaringologista mas, talvez, tenha que chamar um outro colega para ajudá-lo a fazer um parto pois não é o diploma de médico que o capacita (mesmo que o habilite) a auxiliar a mulher que vai dar à luz. (condição técnica).

Na área administrativa, a análise de desempenho e/ou de competência, se torna mais difícil pois há organizações que valorizam o “não-errar”.A administração de qualidade, todavia, deve trabalhar presumindo que ninguém melhor do que quem participa da execução de uma tarefa sabe o que é necessário para executá-la “mais e melhor”.

Conflitos

O mundo da administração é o mundo da ação e, assim sendo, o conflito, que está intrinsecamente ligado ao dia-a-dia organizacional, só pode ser considerado instalado caso haja interferência real.

Conflito presume a existência de objetivos não compartilhados ou o desejo de atingir objetivos em tempos diferentes pelos grupos “diferenciados” e a ação efetiva no sentido de qualquer um desses grupos atingir o seu objetivo e/ou impedir que outro o faça.

Administrar conflitos requer, necessàriamente, sua identificação e a descoberta de como as condições antecedentes se combinaram para chegar ao comportamento na situação específica e na tentativa de intervir no processo para que um reduzido número de pessoas envolvidas se considerem perdedoras e que essa dinâmica interfira o mínimo possível no andamento da organização.

Conflitos existirão por muito tempo cabendo aos gerentes de recursos humanos minorar seus efeitos negativos e otimizar os positivos.

Conflitos na organização

° Grupos diferenciados, atividades interdependentes, recursos compartilhados;

°Oportunidade de interferência;

° Comportamento de conflito;

° Ganha/ganha, ganha/perde, perde/perde;

Na avaliação de conflitos não se deve perder de vista que em qualquer aspecto da vida humana (dentre este a organizacional não foge à regra) podemos (e devemos) analisar os pontos positivos e negativos.

Aceitar, simplesmente, as visões belicistas daqueles qe instigam o desentendimento entre as pessoas é pernicioso à “vida” das instituições.