O Medo


Os dicionários definem o medo como “terror; susto; pavor; receio”.
Rachel de Queiroz falava que “o medo é o mais fiel companheiro do homem, e é o medo que nos faz conhecer nossos limites e nos torna humildes.”
Segundo alguns estudiosos, o medo é uma emoção do ser humano e é resultante de uma ameaça à nossa integridade física, psicológica e social. Falam que o medo nos protege e que funciona como um aviso nos alertando dos perigos reais.
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Raiva


A raiva, para alguns, é uma emoção negativa; para outros é um sentimento positivo. Para estes, principalmente, é melhor que aceitar uma situação de maneira resignada e passivamente; não “engoli-la” e, muito menos, deixá-la dentro de nós para não transformar-se em mágoa e ódio, até.

Para outros, de nada adianta sentir raiva e perder a cabeça piorando uma situação que, na maioria das vezes, poderia ser resolvida com o diálogo. Todavia, no mundo de hoje, ponderação é uma palavra quase que exclusiva dos dicionários e difícil de locução em um diálogo entre pessoas maduras, gentis, amáveis. Mais difícil, ainda, quando as pessoas estão desprovidas de elevação espiritual que envolveria amor, compreensão, discernimento.

Ignorância cultural, intelectual, espiritual aliada ao egoísmo só piora nossos relacionamentos e nos deixa, quase sempre, com sentimento de culpa, com remorso e, infelizmente, com vergonha. Continuar lendo

Bulimia


Algumas pessoas, hoje, sofrem, terrivelmente, com suas silhuetas. Acham-se feias, disformes, “gordas” demais, obesas.

Fazem exercícios, caminhadas, “malham” nas academias, fazem dietas, submetem-se a cirurgias. “Todo sacrifício vale para manter a forma”, dizem! Comer? Muito pouco. Jejuar é o ideal. Quanto sacrifício, caramba!

Em todo o processo da evolução humana, as mudanças sempre foram significativas para a concretização dos ideais dos indivíduos e da sociedade.

Mudanças de valores, de paradigmas; mudanças intra e interpessoais que culminaram na assimilaçao de novos conceitos no Direito, na Ética e na Moral, na Sociologia, na Antropologia, etc., nos valores consuetudinários, enfim!

Também e, principalmente, talvez, na visão de mundo do dia a dia.

Quanto ao corpo físico da mulher basta fazer uma viagem da época do Renascimento aos dias atuais. Lá, as figuras femininas, reproduzidas em tela por famosos pintores, eram possuidoras de seios fartos, ancas largas, coxas grossas, gordas; aqui, as mulheres procuram ser esquálidas, longilíneas, esbeltas, magras.

Um novo “modelo” de mulher. Incitadas por esse novo perfil, elas chegam a adoecer à procura do corpo ideal que lhe permitam ser aceitas como “saudáveis”, “modernas” em todos os eventos sociais. Continuar lendo

Ansiedade em Crianças


Segundo alguns autores e estudiosos, os problemas de saúde mental na infância e adolescência afetam cerca de 20% das crianças em todo o mundo.

O impacto desses estudos causa preocupação aos governantes mas sabe-se que, a nível mundial, as políticas voltadas para essa fase da vida são escassas. A Organização das Nações Unidas constatou em 191 países, que em nenhum deles havia uma política específica para crianças e adolescentes relativa à saúde mental.

“A ansiedade é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração, etc”. (Wikipédia, a enciclopédia livre).

Alguns estudos mostram que crianças com transtornos de ansiedade têm mais dificuldade para fazer amizades, do que aquelas que não tem este tipo de problema.

Fatores biológicos e familiares estão entre as origens da ansiedade. Os conflitos conjugais, a forma como o pai ou a mãe se relacionam como cônjuge, o relacionamento entre irmãos, as estratégias educativas dos pais, as crenças dos pais sobre os filhos sao outros aspectos que podem estar associados aos transtornos de ansiedade na infância clique aqui.

(Ansiedade em crianças, Simone Gonçalves de Assis e outros. FIOCRUZ/ENSP/CLAVES/CNPQ, 2007)