SOMOS FELIZES PROFISSIONALMENTE ?


A felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude estão ausentes. Abrange uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento até a alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem, ainda, o significado de bem-estar espiritual ou paz interior. Existem diferentes abordagens ao estudo da felicidade – pela filosofia, pelas religiões ou pela psicologia. O homem sempre procurou a felicidade. Filósofos e religiosos sempre se dedicaram a definir sua natureza e que tipo de comportamento ou estilo de vida levaria à felicidade plena.

A felicidade é o que os antigos gregos chamavam de eudaimonia, um termo ainda usado em ética. Para as emoções associadas à felicidade, os filósofos preferem utilizar a palavra prazer. É difícil definir, rigorosamente, a felicidade e sua medida. (Wikipédia).

Segundo alguns dicionários SER FELIZ ” é ser ditoso, afortunado, contente, alegre, bem sucedido, bem lembrado “. (Márcia Silvério, RH Pró-Saúde).

A felicidade varia de indivíduo para indivíduo porque ultrapassa os padrões culturais, sociais e financeiros representando um estado de espírito que não tem medida sendo inigualável e, às vezes, completamente diferente entre as pessoas. Os padrões de comportamento das pessoas observados e ressaltados por regras sociais, imposições ou modismos levam, na maioria das vezes, à aquisição de máscaras que escamoteiam a verdade. Pessoas “parecem” ser felizes…

No trabalho, o ambiente gerado por descontentamentos  de qualquer ordem propicia um estado de indiferença, entorpecimento em que as pessoas não mais executam suas tarefas com satisfação e, até, com esmero o que demonstra de forma clara a falta de comprometimento com as obrigações que são inerentes às suas atividades trabalhistas. O trabalho é executado de maneira mecânica e em sua rotina a criatividade deixou de ser o ponto alto do seu empenho para dar lugar à inércia e à falta de resolutividade.

A ida ao serviço tornou-se enfadonho porque as instituições, sejam públicas ou privadas, não investem nas pessoas e sim no que elas podem representar no custo final dos serviços e/ou produtos. Nada mais são do que “colaboradores” trabalhando em benefício da empresa. O fator humano é relegado a um segundo plano. Assim sendo, a potencialidade de cada um não é colocada em prática pela falta de estímulos, vontade e oportunidade.

O pior é quando um determinado “chefe” procede com injustiça espraiando no ambiente de trabalho a revolta (mesmo velada) de seus subordinados pela falta de conhecimento técnico-administrativo mas, muito mais, pela falta de sensibilidade e interpretação das nuances das boas e sadias relações interpessoais. Tudo isso, todavia, não impede que pessoalmente deixemos de lado os nossos valores baseados em princípios e que essas amarras não contribuam e limitem a nossa procura pela felicidade no mesmo ou em trabalho.

Profissionalmente, não devemos, jamais, dar guarida a esses acontecimentos impeditivos de nos sentirmos felizes com a nossa participação junto à comunidade. Se tivermos que mudar lembremos que nunca é tarde para buscarmos a felicidade !

 

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Um comentário sobre “SOMOS FELIZES PROFISSIONALMENTE ?

  1. Boa noite Dr. Laerte! eu gosto muito de ler seus ensinamentos, mas gosto mesmo é de ouvir você pessoalmente. Já aprendi muito com vc e sou eternamente grata. Você é sem dúvida uma pessoa iluminada por Deus.Parabéns pelo site. bjs Luana.

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