Oceano de amor


Hoje acordei com a impressão de estar completamente cheio de vontade de me identificar com o mar, com o oceano. Significa estar em paz e, ao mesmo tempo, em pleno e completo movimento das ondas. Ondas que vão e vêm, que arrebentam na praia; que levam e trazem lembranças e recordações; que transportam alegria, felicidade, e, quase sempre, pessoas com planos, objetivos, desejos e vontades as mais diversas possíveis.

Essa impressão tornou-se realidade quando, de repente, o sol brilhou mostrando em sua plenitude as imagens desejadas em uma representação caleidoscópica de cores, brilhos e nuances de um ser feminino emoldurado por uma aura de esplendor inigualável. Haja luz, brilho, resplandescência.

O mar é azul, verde dependendo de quem o observa ou quando se observa de determinada situação ou posição; o mar é bravio? Só quando não o entendemos, quando não o conhecemos e o desafiamos. Para quê desafiar o imponderável ? O mar é como o amor. Mesmo que haja turbulência depois haverá calmaria. Para que isso aconteça é preciso que o amor como o mar seja verdadeiro, real, único. Ser real significa amar de verdade, amar por amor. Ter sem cobrar, precisar sem depender, estar sem presença.

O mar é um oceano de amor. O oceano é o reflexo de uma imagem real de quem se ama. As águas dos oceanos se encontram mas não se separam, pelo contrário, se interpenetram e se preenchem como em um lago cujo conteúdo maior é o continente do amor.

Banhar-se em águas do mar é como banhar-se de esperança ao conhecer-se o amor.

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