O APEGO


Desde o início dos anos 80, principalmente, que psicólogos, psiquiatras e tantos outros estudiosos buscam informações sobre a metáfora do trauma, ” cujo impacto externo deteriora de maneira permanente o universo psíquico por um longo tempo.”

Nos dias atuais, fala-se com mais ênfase em Resiliência que significa, de uma forma mais simplista, ” condições de retomada do próprio desenvolvimento após uma experiência traumática.”

Foi a psicóloga americana, Emmy Werner, nos idos de 1982, que apresentou o conceito de Resiliência.

A teoria do Apego que John Bowlby desenvolveu nos fornece precisas informações de observação, experimentação e reflexão que possibilitam uma análise sobre como uma pessoa emocionalmente traumatizada por eventos de enorme impacto (maus-tratos, violência doméstica e/ou urbana, guerras, etc.) consegue retornar a um desenvolvimento sadio.

Segundo ele, existem quatro grandes tipos de apego :

° Apego Seguro

° Apego Evitante

° Apego Ambivalente

° Apego Desorganizado

Imagem : Pensandozen.blogspot.com

O APEGO

” Naquele que tem apego, há agitação. Naquele que não tem apego, não há agitação. Não havendo agitação, há calma. Havendo calma, não há preferência. Não havendo preferência, não há ir e vir. Não havendo ir e vir, não há falecimento e renascimento.

Quando não há falecimento e renascimento, não há nem um aqui, nem um ali, e tampouco entre os dois. Isso, justamente isso, é apenas o fim do sofrimento.”

(Sidarta Gautama, o BUDA)

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