Síndrome de Down


Vários pais me pediram para escrever um artigo sobre a Síndrome de Down.

Antes de tudo, deve-se esclarecer que é uma síndrome de caráter genético natural e universal que afeta todas as raças e todas as classes sociais.

Recebeu esse nome em homenagem a John Langdon Down, um médico britânico que a descreveu em 1862. Em 1958, o professor Jerôme Legeune descobriu sua causa genética, uma cópia extra do cromossomo 21.

Geralmente, é identificada no nascimento, estando associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, como também da aparência facial.

É a ocorrência genética mais comum com estimativa de 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.

No Brasil, de acordo com dados epidemiológicos, a incidência dessa síndrome é de 1 para 700 nascimentos. Os dados do censo de 2000 do IBGE revelaram que existiam 300 mil pessoas com Síndrome de Down em nosso país.

Estima-se que 18% do total de pacientes com necessidades especiais em instituições especializadas sejam portadores dessa síndrome.

Sua característica está em um erro na distribuição dos cromossomos da célula; é a presença de um cromossomo extra no par 21. Sabemos que os cromossomos determinam a cor dos olhos, a altura, o sexo, além do funcionamento de todos os órgãos do corpo humano. São em número de 23 pares ou 46 cromossomos em cada célula.

Nessa síndrome, há uma alteração no cromossomo número 21 quando a pessoa possui três cromossomos 21 em cada célula do seu corpo cuja alteração é, também, conhecida como trissomia do cromossomo 21.

As principais consequências desse “defeito” são a deficiência mental e o atraso no desenvolvimento motor além de cardiopatia congênita, problemas de audição,hipotonia, alterações na visão, problemas neurológicos, envelhecimento precoce, etc.

O tratamento requer estimulação precoce, procedimento lúdico (jogos e brincadeiras), hidroterapia e, principalmente, a inserção da família nesse trabalho.

Há necessidade que a pessoa seja acompanhada por uma equipe multidisciplinar composta por médicos pediatria, psiquiatra, neurologista, oftalmologista, por psicólogo, pedagogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, assistente social, terapeuta ocupacional.

Fonte:

° Wikipédia

° Juliana Gouveia Martins, fisioterapeuta, O terceiro elemento, revista Vida e Saúde, ano 70, nº 3, Casa Publicadora Brasileira.

° http://www.brasilescola.com

° http://www.abcdasaude.com.br

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