A Lei da Analogia


Convém tecermos algumas considerações, inicialmente, sobre Hermes Trismegisto, conhecido em latim como Hermes Trismegistus e em grego como Hermes, o três vezes grande.

Esse foi o nome dado pelos neoplatônicos, místicos e alquimistas ao deus egípcio Thoth, identificado com o deus grego Hermes, que era tido, no Egito helenístico, como o autor de um conjunto de textos sagrados, chamados “herméticos”, que continha ensinamentos sobre artes, ciências, religião e filosofia.

É de sua autoria a famosa Lei de analogia ou da correspondência : ” o que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima “.

Dela se derivam : ” sobre a terra como no céu ” e, ainda, ” o macrocosmo, assim como também o microcosmo “.

” A Lei de analogia só tem fundamento se estivermos prontos para reconhecer o Universo como um cosmos. Essas são as leis que determinam um cosmos, não existe lugar para os acasos ” e ” o acaso, como evento imprevisível e não conforme a lei, transformaria o cosmos em um caos “. (Thorwald Dethlefsen).

Dizem que o acaso não existe e que para cada acontecimento existe uma lei. E falam que ” as pedras já caiam muito antes de conhecermos a lei da gravidade “.

No alto do oráculo de Delfos está escrito : ” Homem, conhece-te a ti mesmo, então conhecerás Deus “.

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