Agressividade em crianças


Dizem alguns psicólogos e outros especialistas no assunto que, dentre vários fatores, dois, especialmente, insegurança e fragilidade, se destacam como desencadeadores de comportamentos agressivos por parte das crianças.

Algumas situações, como o nascimento de um novo filho na família, desentendimentos constantes entre os pais, separação do casal, a morte de um parente bem próximo, podem possibilitar uma mudança repentina na maneira de agir da criança.

Como já se sabe que a agressividade não é um traço da personalidade é importante que os pais fiquem atentos às possíveis mudanças de agir de seus filhos, geralmente, ocasionadas pela influência das situações do dia a dia familiar e, em menor importância, por alguns programas de televisão, amizades, principalmente.

Na verdade, as atitudes perturbadoras das crianças só devem se tornar preocupação efetiva dos pais quando se tornarem prolongadas ensejando uma observação mais apurada e uma tomada de decisão, em tempo hábil, à procura da observação e avaliação de um especialista.

Alguns fatores contribuem para a origem de um comportamento hostil : abuso ou humilhação da criança por adultos, dificuldade em se relacionar com outras crianças, pais que evitam dizer ” não ” quando seja necessário (é importante, para não contribuir com a possessividade da criança) ou, por outro lado, o excesso de cobrança dos atos dos filhos.

Mesmo em casos extremos, a criança precisa, sempre, de diálogo e da ajuda dos pais. Dar amor; observar o comportamento e intervir, no momento oportuno, é importante para interromper esse ciclo de violência.

É preciso que esses atos não sejam compreendidos apenas como destrutivos para que não sejam tomadas medidas de contenção ou repressão, somente. Vistos assim, os atos dessas crianças são coibidos com ameaças, com expulsão das salas de aula, pela exposição delas perante os colegas levando à humilhação.

Crianças ” problemas “, ” difíceis ” ou ” doentes ” são, constantemente, citadas por pais, educadores, parentes. Esses rótulos, às vêzes, se tornam difíceis de serem desvinculados e as crianças têm ” a sensação de não serem elas mesmas “.

Convém lembrar, também, que é importante ressaltar o conceito de reação vivencial quando diz que ” a criança agressiva seria aquela que apresenta reações vivenciais hostis recorrentes e desproporcionais aos estímulos, para a resolução de conflitos ou consecução de objetivos “.

” Agressividade,  por si só, não pode ser considerada um transtorno psiquiátrico específico, ela é , antes disso, sintoma que reflete uma conduta desaptada “.

Dê amor ao seu filho !

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