A Camada de Ozônio


Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, liderada por Eun-Su Yang, baseada em informações da NASA e da Administração Nacional de Atmosfera e Oceano (NOAA), ” aponta sinais consistentes de que a camada de ozônio da Terra está se recuperando, ao menos nas latitudes médias, longe dos polos “.

O estudo da equipe está fundamentado na análise de informações obtidas através de balões, instrumentos localizados no solo e de satélites. Os dados foram colhidos a diferentes altitudes na estratosfera – camada da atmosfera que vai de 9 a 50 quilômetros de altitude e que é responsável por 90% de todo o ozônio do ar.

A conclusão mais otimista dos pesquisadores é que a camada de ozônio (responsável pela proteção da Terra dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol e que chegam ao nosso planeta), que sofreu alterações constantes entre 1979 e 1997, parou de “afinar”, com exceção dos polos terrestres.

Muitas das substâncias que destruiam essa camada deixaram de ser usadas após a assinatura do Protocolo de Montreal, em 1987.

” Os resultados confirmam que o Protocolo de Montreal e suas emendas obtiveram sucesso em deter a perda de ozônio da estratosfera “, disse Yang.

O trabalho dessa equipe está publicado no Journal of  Geophysical Research.

O que se sabe, também, é que diversas substâncias químicas promovem a destruição do ozônio quando reagem com êle e,  por conseguinte, contribuem para o aquecimento do nosso planeta, cujo fenômeno é conhecido como ” efeito estufa “.

A relação dessas substâncias inclui ácidos  nítricos e nitrosos (expelidos pelos exaustores de veículos), gás carbônico (CO²) que é produzido pela queima de combustíveis fósseis (carvão e petróleo, principalmente).

A maior preocupação, todavia, é com os gases conhecidos como clorofluorcarbonos que são usados como propelentes em aerossóis, como isolantes de equipamentos de refrigeração e na produção de materiais plásticos e que demoram até 8 anos para chegarem à estratosfera.

Nessa altitude, são atingidos pelos raios ultravioleta quando se desintegram e liberam cloro que reage com o ozônio e se transformam em oxigênio (O²).

Uma única molécula de clorofluorcarbono é capaz de destruir 100 mil moléculas de ozônio.

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