Tudo como dantes no quartel d’Abrantes


ABRANTES,  cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro e subdivisão do Médio Tejo, com cerca de 17.830 habitantes, ergue-se numa colina a 1 m da margem direita do Rio Tejo, à altitude média de 1 m, dominando todo o vale desde o oeste de Belver até Constância.

É sede de um município com  714,73 km² de área e 39.987 habitantes (2008), subdividido em 19 freguesias. A densidade demográfica é de 56 h/km².

O município é limitado a norte pelos municípios de Vila de Rei, Sardoal e Mação, a leste por Gavião, a sul por Ponte de Sor e a oeste por Chamusca, Constância, Vila Nova da Barquinha e Tomar.

Sua gastronomia é maravilhosa destacando-se as doçarias: palha de Abrantes, tigeladas, lampreia de ovos, bolo real, broas de Abrantes, paraísos e queijos-do-céu.

Fonte: Wikipedia, a enciclopédia livre.

A frase surgiu no início do século 19, com a invasão de Napoleão Bonaparte à Península Ibérica. Portugal foi tomado pelas forças francesas, porque havia demorado a obedecer ao Bloqueio Continental, imposto por Napoleão, que obrigava o fechamento dos portos a qualquer navio inglês. Em 1807, uma das primeiras cidades a serem invadidas pelo general Junot, braço direito de Napoleão, foi Abrantes pela sua posição estratégica, que ali instalou seu quartel-general e se intitulou duque de Abrantes.

O general encontrou o país  praticamente sem governo, já que o príncipe-regente dom João VI e toda a corte portuguesa haviam fugido para o Brasil. A tranquilidade aparente com que ele se mantinha no poder provocou o dito irônico. A quem perguntasse como iam as coisas, a resposta era sempre a mesma: “Está tudo como dantes no quartel d’Abrantes”. Até hoje se usa a frase para indicar que nada mudou.

Fonte : Flávia Souto Maior

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