Reflexões


“Não é forte quem derruba os outros, forte é quem domina a sua ira”

(Lao Tsé)

“Neste mundo que repousa sobre a força, a tirania e a violência, tende como missão seguir o caminho do amor.

Descobrireis assim que o amor, desarmado, é a força mais poderosa do mundo”.

(Martin Luther King)

“Não há caminho para a paz; a paz é o caminho”.

(Ghandi)

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Língua Portuguesa


É importante relembrar as mudanças que ocorreram com a reforma da nossa língua.

ALFABETO

Tem 26 letras com a incorporação das letras K, W e Y.

HÍFEN

Não está sendo mais usado quando:

O segundo elemento começa com S ou R, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em “contrarregra”, “infrassom”, etc.

Exceção: Quando os prefixos terminam com R; exemplos: Hiper, Inter, Super formando hiper-requintado, inter-resistente, super-revista;

O prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente.

Exemplificando: extraescolar, aeroespacial, autoestrada, etc.

ACENTO CIRCUNFLEXO

Não é mais usado:

Nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos CRER, DAR, LER, VER e seus derivados.

A grafia correta será creem, deem, leem e veem.

Em palavras terminadas em hiato OO como em vôo, enjôo que serão escritas assim: enjoo e voo.

TREMA

Não é mais usado, exceto em nomes próprios e seus derivados.

ACENTO AGUDO

Não está sendo mais usado:

Nos ditongos abertos EI e OI nas palavras paroxítonas, como:

assembléia, idéia, heróica e jibóia.

Nas palavras paroxítonas com I e U tônicos, quando precedidos de ditongo.

Exemplos: feiúra e baiúca que são escritas feiura e baiuca.

Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com U tônico precedido de G ou Q e seguido de E ou I. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar), passam a ser grafadas assim: averigue,  apazigue.

Fonte: FOLHAONLINE

Oração da Gratidão




“Meu Deus,
Como eu gostaria de dizer-te que eu amo a vida, Que para mim é bela e é consentida.
Muito obrigado Senhor pelo que me destes, pelo que me dás.
Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz.
Muito obrigado pela beleza que meus olhos vêem no altar da natureza,
Olhos que fitam o céu, a terra e o mar,
Que acompanham a ave ligeira que corre fagueira pelo céu de anil,
Que se detém na terra verde salpicada de flores de tonalidades mil. Continuar lendo