O uso do telefone celular


Como tantas outras tecnologias de comunicação, o celular tornou-se objeto de consumo dos mais utilizados, essencialmente, por “necessidade” na vida de todas as pessoas.

São governantes, empresários, executivos, homens e mulheres comuns que, atualmente, “não vivem sem o celular”. Todos nós tornamos hábito a utilização desse aparelho e já ouvi mães falarem que filhos de 4 anos de idade já possuem o “brinquedinho”. Convenhamos!.

De qualquer maneira, é importante saber utilizá-lo para não nos tornarmos deselegantes e, até, desreipeitosos com pessoa ou pessoas que estejam ao nosso lado ou a nos ouvir.

Não se torne escravo do aparelho, não dependa dele! Saiba utilizá-lo, devidamente; use-o para suas reais necessidades.

Saiba que ele não é um acessório e por isso, não deve estar pendurado no pescoso, colado no lado de fora da bolsa ou da pasta; muitos jovens colocam o celular nos bolsos traseiros das calças o que por descuido, pode inutilizar o aparelho ao sentarem-se em uma cadeira, banco de carro, etc.

Ao falar com outra pessoa não esqueça que o tom de sua voz é importante não só para esse diálogo como para o ambiente onde você esteja, se for o caso. Ninguém, no recinto, está interessado em sua conversa, talvez!

Peça licença para atender uma chamada às pessoas com quem esteja conversando se estiver em ambiente formal. Não peça o número de telefone de pessoas com as quais você não tenha intimidade.

Não atenda às chamadas em ambientes onde haja platéia ou audiência, em cerimônias solenes ou religiosas. Nessas ocasiões, o melhor é que o APARELHO ESTEJA DESLIGADO.

Quando estiver sendo atendido em restaurantes, bares, salão de beleza, etc., peça licença para atender a chamada e, se possível, seja breve.

Cuidado com o trânsito. Cuidado com o efeito das baterias, evite a colocação do aparelho próximo a órgãos vitais do corpo (sic).

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