O Coração e o Cérebro


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“A palavra “coração” (léb, em hebráico; Kardia, em grego; cor, em latim) aparece 958 vezes na Bíblia, entre o Antigo e o Novo Testamento, e não aparece uma vez sequer a palavra “cérebro”, inexistente nas Escrituras”. (Raul Marino Jr., médico; A Religião do Cérebro, publicado por Editora Gente).

Sem entrar em detalhamento histórico (de conhecimento de muitos) sabe-se que até meados do século XVII, quando Harvey apresentou suas descobertas sobre a circulação sanguínea, era crença generalizada que o coração funcionava como o centro das funções psíquicas  do ser humano.

As pesquisas e estudos, a posteriori, demonstraram com precisão as funções do coração e do cérebro como “órgãos responsáveis pela circulação e pelo pensamento, respectivamente”.

Como salienta Marino Jr.: “Nesse estudo do racional, do lógico, das emoções,  da afetividade, do intelecto, do aprendizado, da memória e das demais faculdades psíquicas, podemos verificar que, no que tange a amor, sentimentos e paixões, o CORAÇÃO HOJE É APENAS UM SÍMBOLO herdado de priscas eras.

Todos sabemos, nos dias atuais, as múltiplas funções desempenhadas pelo cérebro humano relativas ao amor e ódio, por exemplo. É através do cérebro que entramos em contato com nosso mundo e com o divino.

São dois “cérebros”? O direito e o esquerdo? Um racional e o outro “intuitivo”

Sabemos, com certeza, que nossas crenças, fé, sentimentos, ética, etc. são desenvolvidos através do cérebro. Fica, então, claro que AMAMOS com o cérebro e não com o coração.

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